Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Doenças causadas pelo sal

                                                                     Comida sem sal realmente não tem graça. Pelo menos é o que diz a grande maioria. Mas apesar de ser ingrediente fundamental na culinária, o consumo em excesso pode trazer vários problemas para a saúde, principalmente complicações cardíacas, renais e hipertensão. Os especialistas indicam ingerir sal com moderação e nunca adicionar sal à comida, já pronta, que vai à mesa. Portanto, é melhor nem ter um saleiro por perto na hora das refeições.

O problema maior do sal, porém, é o sódio presente em sua composição (40%) e em muitos produtos industrializados como pães, cereais, queijos, bolachas, embutidos (lingüiças) e conservas em geral. O consumo exagerado de sal de cozinha, sal de mesa ou cloreto de sódio faz com que o organismo retenha mais líquidos e, conseqüentemente, aumente de volume, elevando a pressão sangüínea e sobrecarregando o coração. A hipertensão, por sua vez, é uma das principais responsáveis por infarto e acidente vascular cerebral (AVC), entre outros males.

O problema aumenta com o passar dos anos, pois quanto mais velhos nos tornamos menos capacidade temos de eliminar o sódio e perdemos a elasticidade dos vasos sangüíneos. É por isso que os idosos devem tomar ainda mais cuidado com o sal.

Segundo o nefrologista Andrei Medeiros, o consumo diário de sal por pessoa não deve ultrapassar 6g. Porém, consome-se muito mais que isso, pois, além do sal das refeições ainda há um consumo oculto — inclua aí salgadinhos, pipoca, amendoim, enlatados e outros produtos industrializados que fazem a festa de muita gente na hora do lanche. “Quanto menos salgada a comida, mais saudável ela é”, diz o médico.

 

publicado por Rui Jorge às 21:03
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Alguns provérbios sobre o sal

A religião quer-se como o sal na comida, nem de mais nem de menos.

O ovo quer sal e fogo.

O sal quanto salga, quanto vale.

Ovo sem sal não faz bem nem mal.

Peixe podre, sal não cura.

Quem quiser comer sem sal, vá para o hospital.

 

publicado por Rui Jorge às 21:02
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                           As Salinas

publicado por Rui Jorge às 20:57
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Como funciona uma salina

Nas salinas há vários tipos de reservatórios que desempenham funções distintas:
- Os primeiros designam-se por viveiros de águas frias ou tejos e destinam-se a receber e armazenar a água salgada;
- Seguem-se os viveiros de águas quentes, que têm como finalidade a evaporação da maior parte da água que se armazenou no Tejo, e que constituem a área de evaporação;
- Por fim, encontram-se os cristalizadores ou talhos, onde se recolhe a solução concentrada nos reservatórios anteriores e onde se deposita e extrai o sal e a flor de sal.

A água circula através do sistema de viveiros, ligados entre si por comportas, a um ritmo controlado pelo salineiro. A água circula naturalmente entre os viveiros, por gravidade, graças a ligeiras diferenças de nível dos viveiros. Quanto maior o percurso percorrido pela água maior será a sua concentração quando chegar aos cristalizadores, e mais depressa será a cristalização nos talhos, rentabilizando, assim, a produção.

 

 

 

 

 

publicado por Rui Jorge às 20:53
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O que são as salinas?

 Uma mina de sal-gema, muito extensa e profunda, atravessada por uma corrente subterrânea, alimenta um poço de onde se extrai a água, sete vezes mais salgada que a do Oceano Atlântico. O poço comum, com as suas sete regueiras, as picotas ou cegonhas, os talhos e as eiras, assim como as rústicas e típicas casas de madeira com as suas chaves e fechaduras também em madeira, completam esta curiosidade da Natureza.

publicado por Rui Jorge às 20:46
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Conservação do Sal

A conservação de alimentos visa preservá-los ao longo do tempo, visando evitar a deterioração para uso futuro.

Para os primeiros métodos de conservação de alimentos usavam-se o sal e as especiarias para evitar a sua deterioração por micro organismos.

O salgamento impede a proliferação dos micróbios. Com ela, a carne dura cerca de 2 a 3 meses. Pode ser usada em carne de boi, peixe e porco.  

A salmoura é uma solução de água saturada de sal onde se pode conservar alimentos, como carne, peixe e conservas em geral. É usada para fazer gargarejo em casos de inflamação na garganta, pois reprime a inflamação por algumas horas.

publicado por Rui Jorge às 20:39
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História do Sal

 O sal é uma substância essencial ao homem e indispensável a todos os tipos de vida animal. Podemos constatar a importância do papel desempenhado pelo sal, através dos registros da história da humanidade. A sua produção e utilização podem ser encontradas em ilustrações e escritos que datam do início da civilização. A salga dos alimentos já era um costume bastante difundido no Egipto, cerca de 4.000 anos antes da era Cristã, Os gregos e os romanos utilizavam o sal também como moeda para suas operações de compra e venda. A palavra latina "salário" deriva do sal, uma vez que em sal se pagava uma parte do ganho das legiões romanas. Ainda hoje um dos principais acessos de Roma se chama "Via Salaria" pois era por esse caminho que chegavam as caravanas trazendo sal para a capital do império.
Até o século XVIII, a ordem de precedência dos comensais num banquete era indicada em relação ao saleiro de prata maciça colocado na mesa. À cabeceira, acima do sal, sentavam-se o anfitrião e os convidados mais ilustres. Os menos nobres, ficavam abaixo do sal, mais distantes do anfitrião. No final do século XIX e começo do século XX o sal, além de ser usado como condimento e produto medicinal, passou a ser uma das matérias-primas essenciais para a indústria química e têxtil. O seu emprego hoje é extremamente variado. É utilizado para a produção de cloro, soda cáustica, barrinhas, ácido clorídrico, vidro, alumínio, plásticos, borracha, hidrogénio, celulose e
outras centenas de produtos das indústrias químicas, metalúrgicas, de alimentos e diversas outras.
Desde a Idade Média os Europeus fizeram fortunas com o tempero e introduziram o hábito de consumi-lo no Brasil.
A exploração do Sal no Brasil só teve início a partir de 1801.

publicado por Rui Jorge às 20:19
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